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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Um vaso quebrado
"Meus olhos estão grudados em Mateus 26:6-13, onde Maria de Betânia quebrou o vaso com o precioso perfume para ungir ao Senhor. A reação de Jesus quase pareceu exagerada. Por tão "pequeno serviço" ele deu a ela uma grande honra, quando disse "Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua." O que moveu Jesus tão profundamente? Foi a grande semelhança do ato daquela mulher com o Seu próprio ato. Ela quebrou o vaso e nos seus pedaços Cristo viu seu próprio corpo, que estava para ser quebrantado poucas horas depois. Ela derramou o óleo, Ele derramou seu sangue. Ambos foram atos de um poderoso e sublime amor! Ela o ungiu para a sepultura. Ele deu Sua "vida por resgate de muitos" - para a salvação de todo o mundo. Este é o evangelho! E isto é o que pregamos e continuamos a pregar. Deus os abençõe." REINHARD BOONKE.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Amar com o maior amor
"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos."
João 15:13
Jesus nos ensina aqui o que é o "maior amor". Amar com o "maior amor" não é abraçar, não é beijar, não é estar junto, não é o ter relacionamento, etc.
Amar com o "maior amor" é dar a vida. O amor de que o texto fala é o ágape, ou seja, é um amor produzido não no homem, mas no Espírito de Deus.
A vida, de que o texto fala, não é a vida do corpo, mas a psyche, que é a alma. A alma representa intelecto, emoções, desejos, etc.
Quando entrego minha vida para o meu irmão, demonstro que o amor de Deus está em mim.
Quando não entrego minha vida para o meu irmão, quando o bem estar da minha alma é mais importante do que a vida de alguém, demonstro que o amor de Deus não está em mim. Quando meu conforto financeiro é mais importante do que a salvação de alguém, demonstro que o amor de Deus não está em mim. Minhas atitudes demonstram se o maior amor está em mim. Mesmo minhas orações demonstram se o amor de Deus está em mim ou não. Quando meu descanso, meu sono, meus bens, minhas coisas, meus sentimentos, e etc., ou seja, minha vida, minha psyche está em primeiro lugar, o amor maior não é manifesto em mim.
Amar, com ágape, é uma expressão do Espírito de Deus, é fruto do Espírito, e somente pode ser produzido por ele. O render-se e o permitir que Ele ame é papel nosso. Que nós possamos dar a nossa vida, nossa psyche, por aqueles que estão ao nosso redor; que possamos tirar os olhos de nós mesmos, tirar a nossa alma do trono de nossas vidas, orar e chorar por aqueles que sofrem, e assim possamos nos render e permitir que o amor de Deus alcance a estes.
Fiquem na paz de Jesus Cristo!
Saulo.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O homem que precisava de dinheiro pra voltar pra sua cidade
Quantos de nós, quase todos os dias, somos abordados por aqueles que precisam retornar pra suas cidades e nos pedem por dinheiro? Não sei quanto aos irmãos que não moram no Brasil, mas aqui é bastante comum, principalmente nas cidades maiores, sermos abordados por pessoas que vieram tentar sua vida na cidade grande e que, depois de serem mal-sucedidos no seu intento, não possuem dinheiro pra voltar pra sua casa.
A nossa sociedade cataloga estas pessoas como "perigosas"; a dúvida estabelece um muro entre nós e elas. Quem saberá se dizem a verdade ou não? Quem saberá se vão ou não comprar "pinga" ao invés da passagem? De fato, aquele um real que entregamos para aquele indivíduo não é algo que nos fará falta. Entretanto, normalmente desperdiçamos oportunidades únicas de apresentar a vida de Jesus a estas pessoas. Somos "treinados" a não dar ouvidos, e expulsar aqueles que estão nos "perturbando".
Mas... será que o conselho da sociedade é o conselho que deve ser seguido? Apenas respondam pra vocês mesmos: com toda a chamada "evolução" social, científica e etc., podemos perceber muitos sintomas de melhora na condição das pessoas em geral? Certamente que não. Muito pelo contrário, se estabelece uma diferença cada vez maior entre ricos e pobres. O conselho de Deus, no entanto, se lê em Provérbios 21:13.
(ACRF) Provérbios 21
13 O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido.
No outro dia enquanto estávamos para iniciar uma importante reunião da igreja, um senhor entrou pela porta da igreja a procurar ajuda. Joel é o seu nome. Mal trajado, mal cheiroso, talvez um pouco alterado pelo álcool. Poderíamos dispensá-lo e seguir com nossa "reunião espiritual" e voltar para nossas casas muito satisfeitos ao final de tudo.
No entanto, ouvimos que o Joel tinha a dizer, demos uma ajuda financeira pra ele (pequena, mas uma ajuda) e após isso pudemos abordá-lo dizendo: "agora que ouvimos o que você tinha a dizer, por favor nos escute um minuto". Ele havia dito que já fora bandido e que não prestava. E eu lhe disse que eu também não prestava. Sob a expressão de espanto dele, expliquei que ninguém presta na realidade, e que por saber que nenhum homem pode ser bom, Deus estabeleceu um justo que pudesse pagar nossa dívida e restaurar o relacionamento com Deus, e este justo é Jesus Cristo.
Perguntei se ele queria Jesus, se ele queria declarar a sua fé nEle e ser limpo do pecado. Ele imediamente disse que sim, se ajoelhou; me ajoelhei com ele e oramos juntos. Pudemos orar por sua libertação também, demos um livretinho de primeiros passos da vida cristã de presente, e incentivamos que na sua cidade ele participe de uma igreja. Aquele homem foi embora salvo, liberto e feliz. A sua expressão de angústia transformada em paz.
Pasmem: tudo em menos de 10 minutos. Uma alma salva do inferno e com o potencial de ter sua vida completamente transformada. Não foi necessário expor um tratado bíblico, não foi necessário dar um banho no cidadão pra que ele fosse digno de ouvir nossas palavras. Foi necessário sim dar atenção, foi necessário pregar Jesus, necessário orar, abraçar e ajudar.
Como li certa vez num comentário de rodapé escrito pelo ministério do evangelista Ray Comfort, em uma bíblia, "as pedras em nossas mãos clamam pelo nosso próprio sangue". Não somos melhores que ninguém. Nossa posição social, educação e finanças não nos dão direito de rejeitar ou condenar um ser humano.
Que possamos nestes dias nos render ao trabalho do Espírito Santo de Deus; com certeza você se alegrará muito em ver que com uma pequena atitude sua, a luz de Jesus pode brilhar sobremaneira e fazer completa diferença em uma vida que necessita.
Fiquem na paz de Jesus Cristo!
Saulo Oliveira Santos.
A nossa sociedade cataloga estas pessoas como "perigosas"; a dúvida estabelece um muro entre nós e elas. Quem saberá se dizem a verdade ou não? Quem saberá se vão ou não comprar "pinga" ao invés da passagem? De fato, aquele um real que entregamos para aquele indivíduo não é algo que nos fará falta. Entretanto, normalmente desperdiçamos oportunidades únicas de apresentar a vida de Jesus a estas pessoas. Somos "treinados" a não dar ouvidos, e expulsar aqueles que estão nos "perturbando".
Mas... será que o conselho da sociedade é o conselho que deve ser seguido? Apenas respondam pra vocês mesmos: com toda a chamada "evolução" social, científica e etc., podemos perceber muitos sintomas de melhora na condição das pessoas em geral? Certamente que não. Muito pelo contrário, se estabelece uma diferença cada vez maior entre ricos e pobres. O conselho de Deus, no entanto, se lê em Provérbios 21:13.
(ACRF) Provérbios 21
13 O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido.
No outro dia enquanto estávamos para iniciar uma importante reunião da igreja, um senhor entrou pela porta da igreja a procurar ajuda. Joel é o seu nome. Mal trajado, mal cheiroso, talvez um pouco alterado pelo álcool. Poderíamos dispensá-lo e seguir com nossa "reunião espiritual" e voltar para nossas casas muito satisfeitos ao final de tudo.
No entanto, ouvimos que o Joel tinha a dizer, demos uma ajuda financeira pra ele (pequena, mas uma ajuda) e após isso pudemos abordá-lo dizendo: "agora que ouvimos o que você tinha a dizer, por favor nos escute um minuto". Ele havia dito que já fora bandido e que não prestava. E eu lhe disse que eu também não prestava. Sob a expressão de espanto dele, expliquei que ninguém presta na realidade, e que por saber que nenhum homem pode ser bom, Deus estabeleceu um justo que pudesse pagar nossa dívida e restaurar o relacionamento com Deus, e este justo é Jesus Cristo.
Perguntei se ele queria Jesus, se ele queria declarar a sua fé nEle e ser limpo do pecado. Ele imediamente disse que sim, se ajoelhou; me ajoelhei com ele e oramos juntos. Pudemos orar por sua libertação também, demos um livretinho de primeiros passos da vida cristã de presente, e incentivamos que na sua cidade ele participe de uma igreja. Aquele homem foi embora salvo, liberto e feliz. A sua expressão de angústia transformada em paz.
Pasmem: tudo em menos de 10 minutos. Uma alma salva do inferno e com o potencial de ter sua vida completamente transformada. Não foi necessário expor um tratado bíblico, não foi necessário dar um banho no cidadão pra que ele fosse digno de ouvir nossas palavras. Foi necessário sim dar atenção, foi necessário pregar Jesus, necessário orar, abraçar e ajudar.
Como li certa vez num comentário de rodapé escrito pelo ministério do evangelista Ray Comfort, em uma bíblia, "as pedras em nossas mãos clamam pelo nosso próprio sangue". Não somos melhores que ninguém. Nossa posição social, educação e finanças não nos dão direito de rejeitar ou condenar um ser humano.
Que possamos nestes dias nos render ao trabalho do Espírito Santo de Deus; com certeza você se alegrará muito em ver que com uma pequena atitude sua, a luz de Jesus pode brilhar sobremaneira e fazer completa diferença em uma vida que necessita.
Fiquem na paz de Jesus Cristo!
Saulo Oliveira Santos.
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Local:
Ponta Grossa - PR, Brasil
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Quem é o bom samaritano?
No texto que está em Lucas 10:25-37, Jesus nos conta a parábola do Bom Samaritano; uma figura conhecidíssima pelo seu ato de bondade gratuito para com aquele que o próximo. Muito também se ensina sobre este texto com um foco em ação social, em como podemos e devemos ajudar àqueles que são necessitados e que estão próximos de nós. Muito também pregamos e ouvimos sobre aqueles que passaram de largo, que se afastaram, e não fizeram nada. Muito nós somos ensinados sobre essa atitude, de como nós, igreja, não devemos nos afastar, nos abster, ou ainda nos omitir das situações, de modo que nós devemos ser o agente ativo nestas circunstâncias.
Porém, diferentemente desta interpretação que entende o texto como um quadro de ação social, neste dia quero propor uma outra leitura.
Nós não somos o bom samaritano. Jesus é este bom samaritano de que o texto fala. Nesta extraordinária parábola, temos uma miniatura da bíblia, contando desde a história da queda do homem, até a segunda vinda de Jesus Cristo. Jesus é aquele que se identificou com o próximo em dificuldades. Este homem, o homem que “descia de Jerusalém para Jericó“ (Lucas 10:30), por sua vez, representa todos nós, representa a humanidade inteira. A palavra hebraica para homem, por exemplo, é Adão. Adão representa a humanidade caída.
Jerusalém era o lugar onde Deus se encontrou com o homem. A presença do Senhor foi manifesta por um brilho de Glória no Lugar Santíssimo do Grande Templo. Ali Deus tinha comunhão com o homem. Jerusalém significa “cidade de paz“, ou “lugar de paz“. Antes que o diabo pusesse a sua mão cruel sobre a raça humana, o homem caminhava e falava com Deus diariamente.
Quando o pecado entrou, o homem deu as costas para Deus e tratou de se esconder do Senhor. Desde este dia até agora, tem se afastado de Deus, e vem “descendo” de Jerusalém (o lugar de paz, o lugar da presença de Deus) até Jericó; e Jericó era uma cidade de grande maldade; uma cidade sobre a qual foi declarado “(…) Maldito seja diante do Senhor o homem que reconstruir esta cidade de Jericó: “Ao preço de seu filho mais velho lançará os alicerces da cidade; ao preço de seu filho mais novo porá suas portas! “ “ (Josué 6:26). Um lugar sem alicerces, sem muros, sem portas. Um lugar sem proteção, onde a autoridade está destituída, e onde o inimigo tem livre acesso. A cidade de Jericó inclusive foi a primeira cidade conquistada depois que Josué passou o Jordão com todo o povo de Israel. A cidade devia ser totalmente destruída, de maneira que nem mesmo os despojos foram autorizados.
Temos que este homem ia “descendo“ de Jerusalém até Jericó. Quando o homem pecou, ele certamente “desceu”, caiu do seu estado original. Caiu da posição de glória junto com o Senhor, caiu de uma posição de relacionamento íntimo com Deus, até um lugar de maldição.
Não havia dúvida de que o homem, originalmente, se vestia com vestes de luz, a luz da Glória do Senhor. Era um brilho interior que se alastrava a partir dele. Um lampejo deste brilho que a humanidade caída perdeu foi visto em Moisés, pois quando desceu da montanha seu rosto brilhava. Enquanto Estevão era apedrejado até a morte, seu rosto brilhava como o rosto de um anjo.
Com exceção da humanidade, todo o restante da criação está vestido. Os pássaros tem plumas, os animais do campo são cobertos de couro, os animais do bosque tem pelos, os peixes tem suas escamas, e as árvores estão cobertas com folhas. Salomão, com toda a sua glória, não se vestiu como um lírio. Tão somente o homem está despido.
Na sua viagem para Jericó, este homem desafortunado caiu entre ladrões que o despojaram de suas roupas, o feriram e se foram, deixando-o quase morto. Satanás é o ladrão supremo; despojou o homem de suas vestes, e o deixou nu, sem nada que cobrisse seu pecado; destituído de toda a glória divina, destituído da autoridade que lhe era cabível.
Aquele homem foi ferido; o pecado lhe trouxe maldição, espinhos, tristeza, morte e dor; o homem não regenerado está fisicamente vivo, mas espiritualmente morto.
Isto parece ser o sugerido pela parábola, uma vez que o homem que caiu entre os ladrões foi despojado de suas vestes, foi ferido, e foi deixado, na realidade, meio morto.
Agora, perceba que o sacerdote e o levita que vieram por este caminho por acaso, ambos passaram de largo. Na realidade, eles representam a lei e o sistema cerimonial que nunca podem apagar o pecado. O “samaritano“ era Cristo. Ele não veio por acaso. Sua vinda estava ordenada desde antes da fundação do mundo. Ele também não passou de largo. Ele veio até onde o homem precisamente estava. Que preciosa verdade! Ele veio resgatar e redimir a humanidade! Veio sarar os corações quebrantados e por azeite sobre as feridas abertas. Isto não é maravilhoso?!
Cristo vem até onde estamos. Na capital ou no interior, na cidade ou no campo, nos antros do pecado, no beco, onde quer que estivermos, sempre é Cristo aquele que nos busca. Quando nos encontra, ternamente nos levanta sobre seu peito, e vai pelo seu caminho se regozijando, como aquele pastor que encontrou a ovelhinha que se tinha perdido.
Há uma verdade ainda maior se observarmos isto. É fato que, por causa do pecado, estamos em condenação. Cristo, que não conhecia pecado, se colocou no lugar de condenação por nós. No Calvário, Ele morreu por nosso pecados; portanto, quando confiamos nEle, e no seu sangue vertido, nossos pecados são lavados e apagados para sempre. Ele veio até onde nós estávamos para que pudéssemos ir até onde ele está.
Cristo, o verdadeiro samaritano, atou nossas feridas e derramou azeite, o símbolo do Espírito Santo, por quem cada crente está selado para “o dia da redenção“ (Efésios 4:30).
O dono da estalagem deveria cuidar daquele homem resgatado até que voltasse o samaritano. “"Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez.”(Apocalipse 22:12).
O que Jesus está dizendo? O próximo na história, o próprio Jesus Cristo, teve misericórdia da humanidade perdida. E ele nos instrui a ter a mesma misericórdia. Ou seja, nós não somos parte de um sistema religioso, não temos parte com ritos, não somos daqueles que nada podem fazer. A lei mostrou o pecado ao homem, mas a lei não o pode libertar. Somente Jesus Cristo o pode fazer. Nós, igreja, somos a representatividade de Cristo. Nós somos aqueles que levam as pessoas até o bom samaritano.
Fiquem na paz de Cristo Jesus!
Saulo Oliveira Santos.
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